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Zema promete cortar regalias e pede união dos mineiros para tirar o Estado da falência

O VIGILANTE ONLINE | MG - 01/01/2019 - 12:55 | Atualizado: 01/01/2019 - 12:08

Foto: Ricardo Barbosa/ALMG

O empresário Romeu Zema (Novo) foi empossado no cargo de governador de Minas Gerais na manhã desta terça-feira (1), na Assembleia Legislativa, prometendo abrir a "caixa preta" do estado e acabar com o que chamou de situação de falência do estado. No primeiro discurso, afirmou que vai cortar mordomias, valorizar o funcionalismo e regularizar os repasses às prefeituras. 

"Vamos tomar as medidas necessárias para recuperar Minas. Isso vai exigir sacrifício, o Estado está literalmente falido, precisamos de um pacto por Minas Gerais, de cooperação e união de todas as classes", disse.

Foto: Edesio Ferreira/EM/D.A.Press

Em seu primeiro discurso, antes mesmo de ser empossado, o governador eleito Romeu Zema (Novo) pediu a união dos mineiros para passar pela crise financeira que vive Minas Gerais. Entre as promessas do empresário estão a abertura da "caixa-preta das finanças"

A posse do governador começou com atraso de aproximadamente uma hora. A solenidade, que estava marcada para às 9h, teve início quase 10h. Romeu Zema chegou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por volta das 9h50. 

Ao chegar, encontrou um pequeno protesto de um grupo de funcionários da MGS, que teme a demissão por causa da privatização da UAI, posto de serviços que funciona na Praça Sete. Ele passou pelo tapete vermelho estendido no pátio da Casa, e em seguida fez seu primeiro discurso, citando como vai enfrentar a crise financeira que vive o estado. 

“Não dava mais para ver nosso estado na situação em que está e não fazer nada para melhorá-lo. Eu e o Paulo (Paulo Brant) aceitamos o desafio e agora temos que abrir a caixa-preta das finanças do estado. Arrumar a casa, renegociar a dívida com o Governo Federal para colocarmos as contas em dia, atrair investimentos. O estado ficou parado esses anos todos. Nosso objetivo é pagar o salário do funcionalismo sem atrasos, fazer os repasses para as prefeituras, criar empregos, cuidar da educação, da segurança e da saúde”, afirmou. 

Foto: Edesio Ferreira/EM/D.A.Press

Outra promessa feita por Zema foi cortar as “mordomias” e “enxugar a máquina”. “Nós mais do que qualquer outro governo da história de Minas vamos cortar mordomias, luxos, desperdícios, ou seja, o mau uso do dinheiro público. Vamos acabar com os cabides de emprego e cargos por indicação política. É extremamente necessário enxugar a máquina. É preciso oferecer mecanismos e condições para que o servidor público consiga exercer sua função com excelência, no que diz respeito ao atendimento à população”, disse.

Fonte: Jornal Estado de Minas




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