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Leopoldina tem ato contra cortes de verbas na educação

Da Redação | Cidade - 15/05/2019 - 19:28 | Atualizado: 21/05/2019 - 19:54

Ato foi realizado na região central da cidade, na tarde desta quarta-feira, 15 de maio. 




Trabalhadores da área educacional, lideranças sindicais e estudantes do CEFET-MG, UEMG, Escolas Estaduais de Leopoldina e Sind-UTE participaram nesta quarta-feira, 15 de maio, do movimento contra o corte de verbas destinadas à educação anunciado pelo Governo Federal. O ato teve início durante a tarde em frente ao Campus Leopoldina do Cefet, local onde os estudantes realizaram um abraço simbólico naquela Instituição Federal de ensino, partindo em direção à Praça General Osório, no Centro da cidade, empunhando cartazes e proferindo criticas ao corte de verbas na Educação.

A manifestação desta tarde em Leopoldina se insere no movimento nacional de luta pela educação e tem como objetivo tentar evitar a redução de verbas destinadas à área. De acordo com alguns manifestantes que conversaram com a reportagem, esses cortes, que incidem sobre o orçamento de despesas não obrigatórias vão inviabilizar o funcionamento das instituições de ensino, pois, tais recursos são utilizados para pagamento de água, luz, telefone e serviços terceirizados como os de limpeza e segurança, por exemplo. 
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De acordo com a Diretoria do Cefet-MG, o corte, que atinge as Instituições Federais de Ensino de todo o País impacta fortemente o funcionamento da Instituição. Com as reduções ocorridas ao longo dos últimos anos, já foram feitos diversos ajustes internos – nos serviços de segurança e limpeza, por exemplo –, sempre buscando evitar prejuízos às atividades de ensino, pesquisa e extensão.









Contingenciamento na Educação

O Ministério da Educação divulgou em abril que todas as universidades e institutos federais teriam corte de recursos. Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado. Segundo o governo federal, a queda na arrecadação obrigou a contenção de recursos. O corte poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir. De acordo com o Ministério da Educação, o corte é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias - aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo - incluindo despesas obrigatórias.

Fonte: Jornal O Vigilante Online




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