Estado confirma morte por Influenza em Leopoldina em 2019

Da Redação - ovigilanteonline.com | Leopoldina - 11/06/2019 - 08:47 | Atualizado: 13/06/2019 - 13:30

 Vacinação contra a gripe no SUS está aberta para toda a população - Foto: Agência Minas/Divulgação

Vacinação contra a gripe no SUS está aberta para toda a população - Foto: Agência Minas/Divulgação

Uma pessoa morreu em Leopoldina vítima da Influenza em 2019. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), que divulgou nesta segunda-feira, 10 de junho, Informe Epidemiológico que revela terem sido notificados no estado, 1.354 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG hospitalizado), sendo que 248 com amostras já processadas. Do total de casos notificados, 75 foram confirmados por SRAG por Influenza e 166 casos para outros vírus respiratórios do total de casos com investigação laboratorial.

Conforme a SES/MG, Leopoldina teve 1 óbito registrado de Síndrome Respiratória Aguda Grave por Influenza, juntamente com Belo Horizonte (6), Andrelândia (1), Campo Belo (1), Juiz de Fora (1) e Uberlândia (1). O Jornal O VIGILANTE ONLINE entrou em contato com o Gerência Regional de Saúde (GRS) Leopoldina e Secretaria Municipal de Saúde e aguarda retorno. 
 
Distribuição de casos e óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave confirmados para influenza. 

Até o momento, foram notificados 123 óbitos por SRAG, o que corresponde a 9,1% dos casos notificados (123/1.354). Dos 123 óbitos, 23 tiveram associação a vírus respiratórios. Das 23 mortes por vírus respiratórios, 11 (47,8%) foram ocasionadas pelo influenza A (H1N1) pdm09 e outras 12 (52,2%) associadas a outros vírus respiratórios. 
► Toda a população pode se vacinar contra a gripe
Dos casos confirmados por influenza, predominou com 96% o Influenza A (72/75), precedido da ocorrência da Influenza B com 1,3% (1/72) e com 2,7% (2/75) Influenza não tipada. Entre os vírus A, o subtipo identificado com 87,5% foi o influenza A (H1N1) pdm09 (63/72), 6,9% são de influenza A/H3 (5/72), 2,7% são de influenza A não subtipado (2/72) e 2,7% são de influenza A não subtipável (2/72).
 
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O Informe Epidemiológico destaca que em 2019, foram confirmados até o dia 10 de junho, 75 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus da Influenza (gripe). Desses casos, 11 evoluíram para o óbito, sendo eles associados à influenza A (H1N1) pdm09. Dos 75 casos de SRAG causados pela Influenza, 63 foram por influenza A (H1N1) pdm09, 5 por influenza A/H3, 2 por influenza A não subtipado, 2 por influenza A não subtipável e 1 por Influenza B e 2 por influenza não tipada.

A gripe
A gripe é uma infecção aguda causada pelo vírus Influenza, que afeta o sistema respiratório e pode provocar complicações graves, inclusive a morte, se não for tratada a tempo, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção.

A síndrome gripal
A síndrome gripal, que se caracteriza pelo aparecimento súbito de febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga, é a manifestação mais comum. Nos casos mais graves, geralmente, existe dificuldade respiratória e há necessidade de hospitalização. Nesta situação, denominada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), é obrigatória a notificação às autoridades de saúde.

Transmissão do vírus 
A transmissão do vírus Influenza ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém‐contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.

A Influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do País. Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade, possuem um risco maior de desenvolver complicações. Muita gente não sabe, mas a gripe pode ser causada pelos vírus Influenza A, B e C. Os vírus A e B apresentam maior importância clínica. Estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas em algumas temporadas, ocorre predomínio das cepas B.

Fonte: Jornal O Vigilante Online




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