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Grande pedra com rachadura começa a ser retirada em Leopoldina

Por Julio César Martins | Giro Vigilante - 02/08/2019 - 10:20 | Atualizado: 12/08/2019 - 00:26




Na última terça-feira, 30 de julho, o Chefe da Defesa Civil Municipal, Antônio Dias, o Secretário Municipal de Obras - engenheiro José Márcio Gonçalves Lima e militares do 4º Pelotão de Bombeiros Militar de Leopoldina - Sargento Ferrari e Soldado Vieira, estiveram no local das obras de retirada da grande pedra com rachadura localizada entre os Bairros São Cristóvão e Três Cruzes, às margens da BR-116, no perímetro urbano de Leopoldina. O serviço teve origem a partir da cobrança feita por autoridades municipais, dentre elas o Ministério Público, para que a prefeitura de Leopoldina adotasse as medidas necessárias para resolver o problema. Há vários anos a fenda na rocha despertava a preocupação de que um desabamento da pedra pudesse colocar em risco as vidas das pessoas que passam pelo trecho. 

De acordo com Antônio Dias (foto), durante a visita foram avaliados os eventuais riscos relacionados ao desmonte da pedra, para que informações de segurança sejam repassadas à população. Pago pela administração municipal com recursos próprios, o serviço de desmonte e segmentação de rocha viva é executado pela empresa Presanger Locação de Equipamentos Ltda, de Caratinga, vencedora da licitação realizada pela prefeitura. A placa da obra informa que a mesma tem o valor de R$ 187.078,81. Dias esclareceu que o desmonte acontecerá com a utilização de uma massa expansiva. “Quando os procedimentos forem iniciados nós mobilizaremos o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, teremos que informar a empresa de ônibus urbano e demais condutores que circulam naquela região sobre a interdição daquela via e imediações durante o tempo necessário para conclusão dos serviços”, explicou o chefe da Defesa Civil, acrescentando que se houver necessidade a rodovia BR-116 também precisará ser interditada naquele trecho durante o procedimento. "Vamos solicitar à Polícia Rodoviária Federal que na BR -116 fiquem posicionadas viaturas para interditar o trecho, caso necessário, durante a fase do serviço que poderá ocasionar algum risco aos usuários da rodovia”, afirmou. 


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Alexandre Resende (foto abaixo), proprietário da empresa Reciclagem Terra Limpa, localizada na Rua Omar Resende Peres, abaixo da grande pedra, disse à Reportagem do Jornal O Vigilante Online que está apreensivo com a situação: “A gente tem uma certa preocupação com o desmonte da pedra, pois não sabemos pra onde ela vai rolar”, declarou, pois teme pelo seu estabelecimento, pelas vidas das pessoas que ali trabalham ou que passam pelo local. 


A empresa responsável pela execução do serviço foi procurada pela Redação na manhã desta quinta-feira, 1º de agosto. Através de e-mail explicamos que gostaríamos de contar com informações a respeito da obra e mencionamos a utilização de massa expansiva pela empresa.

O jornal também relatou que destacaria na matéria as medidas de segurança que serão adotadas pela Defesa Civil do município, no sentido de orientar a população. Na correspondência, perguntamos quais as etapas já realizadas e como serão os procedimentos para desmonte da rocha viva. Ao final do e-mail a Redação disponibiliza o espaço necessário para que a empresa acrescentasse algum detalhe.

O jornal esclarece ao seu público leitor que até o fechamento da matéria a empresa não respondeu ao nosso e-mail.




Fonte: Jornal O Vigilante Online




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