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Cardiovascular Mastercenter: Tratamento de varizes sem cirurgia

O VIGILANTE ONLINE | Geral - 18/09/2019 - 15:08 | Atualizado: 26/09/2019 - 15:47

Dr. Flávio Reis Gouvêa.

O médico Dr. Flávio Reis Gouvêa é cirurgião cardiovascular adulto e pediátrico do Instituto Nacional de Cardiologia – Ministério da Saúde – referência nacional em Cirurgia Cardiovascular. Ele é também responsável pela implantação da cirurgia cardiovascular em Muriáe, no Hospital Prontocor, e pioneiro no tratamento de varizes a laser, também naquela cidade e região com milhares de cirurgias cardiovasculares realizadas com sucesso.

O surgimento das varizes, microvarizes e vasinhos, tanto na face como nos membros é heterogêneo e complexo, quase sempre misturando todos os tipos no mesmo paciente. Portanto, não há uma técnica isolada que possa resolver todo o problema. O médico vascular moderno deve dominar todas as técnicas e tecnologias para que possa associá-las e indicá-las em cada caso específico, buscando assim o melhor resultado estético e funcional.


As varizes podem aparecer já na adolescência e aumentam com a idade, na gestação, em alterações hormonais, aumento de peso e pela permanência de longos períodos em pé ou sentado. A hereditariedade é uma das principais responsáveis pelo aparecimento das varizes e os homens não estão livres da doença. Os sintomas incluem dores, cansaço, peso e inchaço nas pernas, além de manchas, inflamações, tromboses e feridas nos membros inferiores. Quanto mais cedo você procurar um especialista de sua confiança, mais simples e mais rápido será o tratamento.

Os menores sinais na pele são os vasinhos, com diâmetro de 0,1 a 1 milímetro. As microvarizes são veias azuladas ou esverdeadas de 1 a 2 milímetros e as varizes formam relevos na pele e têm diâmetros maiores do que 3 milímetros, sendo as maiores responsáveis pelas complicações.


Graças aos avanços da medicina com técnicas mais eficazes, o uso do laser e de equipamentos de última geração, é possível obter resultados excelentes sem necessidade de cirurgias, cortes, sem repouso, sem anestesia na coluna e com retorno rápido às atividades cotidianas e do trabalho.

Para explicar melhor sobre o assunto e esclarecer sobre a importância do tratamento, o médico cirurgião, Flávio Gouvêa concedeu a entrevista a seguir.

Dr. Flávio ao lado de sua esposa, a Dra. Mônica Padilha Gouvêa.

Doutor Flávio uma queixa frequente, recorrente das pacientes é a volta dos vasinhos após as aplicações. Por que isso ocorre?
Dr. Flávio: A aplicação em vasinhos, conhecida como escleroterapia química, tem as suas indicações específicas, não devendo ser utilizada como solução para todos os casos. Hoje, como disse, o cirurgião vascular moderno tem à sua disposição um grande arsenal de técnicas e tecnologias como o endolaser, laser transdérmico, Clacs, ampliada, microespumas, entre outras, com intuito de oferecer aos pacientes os melhores resultados após a individualização do tratamento.

E o que é a individualização de tratamento?
Dr. Flávio: Como se diz na medicina, cada caso é um caso. Não devemos utilizar apenas uma técnica pra tentar resolver todos os tipos de varizes. Através de um exame clínico completo e da utilização da realidade aumentada (Flebóscopio e Veinviwer) e da ultrassonografia com doppler venoso de alta resolução, por exemplo, nós podemos identificar e estudar todo o sistema venoso superficial e profundo, além de saber exatamente quais as técnicas e tecnologias teremos que usar para tratar desse paciente (individualização de tratamento).

Qual a importância do doppler no tratamento das varizes?
Dr. Flávio: Na minha opinião, a entrega do melhor resultado começa com um doppler bem feito. Eu costumo dizer que o doppler é a base de um tratamento de excelência. Ele é como se fosse um GPS que consegue mostrar onde começa a doença e onde termina a doença, mostrando o refluxo em safenas magna e parva, refluxo em safenas acessórias, em tributárias (microvarizes) e a presença de perfurantes doentes. Dessa forma podemos escolher qual ou quais as melhores técnicas e tecnologias teremos que utilizar pra tratar as varizes nesse paciente.


Doutor Flávio o que é Clacs?
Dr. Flávio: O combate as varizes ganhou um novo aliado: o Clacs (fotos acima e abaixo), que é uma técnica inovadora e revolucionária. A sigla significa Criolaser e Crioescleroterapia. Para a realização desse procedimento, além de conhecer profundamente a técnica, o cirurgião precisa ter em sua clínica equipamentos especiais como o criosystem (sistema de resfriamento da pele), Veinviwer (sistema de realidade ampliada)e o laser transdémico nd-yag 1064.


Como funciona o Clacs?
Dr. Flávio: Essa técnica é feita na clínica podendo somente ser realizada por um médico especialista. Tudo começa com o Veinviwer. Depois da ampliação é identificada a área de cada vasinho e aí então o laser é disparado. O laser vai queimar, esclerosar a veia, mas sem queimar a pele. Associado ao laser, o Criosystem vai soprar um jato de ar gelado sobre a pele a –20° Celsius causando uma leve dormência, diminuindo assim a sensibilidade. Após a utilização do laser, é injetada uma substância esclerosante em 30% da área tratada amplificando sua ação. O laser causa alteração no fluxo sanguíneo local, deixando-o mais lento e favorecendo a ação prolongada do medicamento. O Clacs é uma técnica nova, revolucionária, menos dolorida e mais rápida na entrega dos resultados, evitando em até 86% a cirurgia convencional. A vantagem do Clacs é que pode substituir cirurgias convencionais em determinados casos não é necessário repouso após o procedimento, menos sessões para eliminar os vasinhos, reduz a dor, sem limitação da atividade física.


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Doutor Flávio como o senhor enxerga o futuro do tratamento das varizes.
Dr. Flávio: O futuro é agora! Com a individualização do tratamento, o cirurgião moderno deve dominar todas as técnicas e tecnologias, pois a doença venosa é complexa e requer a utilização de várias ferramentas pra obtermos resultados de excelência. Vejo cada vez mais o tratamento sendo realizado dentro da própria clínica, sem a necessidade de internações, sem anestesia na coluna, sem cortes, menos dolorido, com menos hematomas e com a volta ao trabalho e atividade física imediatamente.

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