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Estudante de medicina se veste de palhaço e leva alegria para crianças e pacientes de hospitais

O VIGILANTE ONLINE | Geral - 27/11/2019 - 14:14 | Atualizado: 06/12/2019 - 09:26

João Alberto Anzolin Neto está com viagem marcada para Angola em fevereiro e conta com a colaboração de internautas através de uma Vakinha Online.




O estudante de medicina João Alberto Anzolin Neto, leopoldinense de 24 anos, prepara-se para uma aventura que reúne solidariedade e alegria. Apaixonado pelas artes, João Alberto tem dois cursos de palhaçaria (Cia Trinos e Trupe Miolo Mole) e um curso de Circo (Encontrart – Jeová Nissi). Atuando como palhaço, de nome Anzol, João Alberto foi convidado por Pablo Taveres, líder da Trupe Miolo Mole, uma ONG do Rio de Janeiro que faz visitas hospitalares com os palhaços. “São pessoas extremamente dedicadas com o estudo da arte da palhaçaria e da capelania hospitalar. Eu, como futuro médico e palhaço, vou fazer tudo que puder pra ajudar da melhor maneira possível”, declarou ao Jornal O Vigilante Online João Alberto, que está com viagem marcada para Angola no dia 23 de fevereiro, país onde ele e a Trupe atuarão até o dia 3 de março, quando no dia seguinte retornarão ao Brasil. 

Cursando medicina na Unifeso e residindo em Teresópolis, João Alberto revela que o palhaço Anzol nasceu do coração de Deus, logo depois de entrar na faculdade de medicina e entender que a profissão não seria usada para ganhar dinheiro, mas para ajudar aqueles que mais tem necessidade. “Com a medicina consigo tratar o físico e com o Anzol consigo tratar a alma”, contou o estudante. 


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Filho de Alex Andrade Anzolin e Charlem Teixeira do Rego, João Alberto tem os irmãos  Edmundo e Júlia. Desde criança estudou em várias instituições, por motivos de mudanças. A respeito da viagem, serão 11 dias, incluindo a data de embarque e a data de volta ao Brasil. De acordo com o cronograma, a chegada à Luanda está prevista para o período da manha da segunda-feira, dia 24 de fevereiro. À noite chegada a Bie. Dia 25/2, terça-feira, atividade com as crianças na Aldeia Nissi. No dia 26/2, quarta-feira, atividade com os professores na mesma aldeia. Dia 27/2, quinta-feira, na Aldeia Nissi, atividade no Hospital em Bie. Dia 28, sexta, retorno à Luanda – chegada à noite. No dia 29 de fevereiro, sábado, Hospital 1. Dia 1º de março, domingo, Igreja. Dia 2 de março, segunda-feira, Hospital 2 – Consulado. Na terça-feira, dia 3 de março, Hospital 3. O retorno ao Brasil acontecerá no dia 4 de março, quarta-feira. 

Perguntado pela Reportagem sobre o que espera que aconteça após participar das emoções, aprendizado e troca de experiências nesta viagem, João Alberto disse que espera se tornar cada mais parecido com o caráter de Cristo, que veio ao mundo e mostrou para todos que nada além do ser humano importava. “Pretendo me tornar um médico humano, que acima do valor da consulta olhe as necessidades e as condições que ninguém olha”, justificou. 

Ao tomar conhecimento da possibilidade de ir para a África, o continente mais necessitado do mundo, João Alberto revela que ficou em êxtase e logo aceitou o desafio, não por ele, mas para poder ajudar a renascer a esperança naquele lugar. 

Sem ter condições de ir até Angola por conta própria, até porque ainda não é formado e não tem fonte de renda, João Alberto explica que entende que quando se fala em enviar alguém para um lugar tão necessitado, a ida é feita por dois pilares: os pés (quem aceita o desafio de ir) e as mãos (que possibilitam os pés de chegarem até la). "Estou tentando conseguir verba pra ir até a Angola através da Vakinha Online, Depósito e Pic Pay”, informou. 

“Angola é um país da parte ocidental da África, com mais de 25 milhões de habitantes e o português é a língua oficial do país, que também é classificado como um ‘regime autoritário’ e como uma das nações menos democráticas do mundo, ao ficar na 133ª posição entre os 167 países analisados pelo Índice de Democracia de 2011, calculado pela Economist Intelligence Unit. O país vive em um cenário pós guerra e hoje tem um cenário de completa desigualdade social; somente 52% da população tem acesso a água potável; uma a cada 6 crianças morre antes de completar 5 anos de idade, por conta de muita carência e falta de condições básicas de sobrevivência; o país tem um condição de saúde extremamente precária e vive uma epidemia de febre amarela e cólera”, esclareceu João Alberto, acrescentando que a realidade é muito cruel com as crianças nascidas naquele país em famílias que não têm boas condições financeiras, o que infelizmente representa a esmagadora maioria. Dois terços da população vive em favelas miseráveis sem água potável, luz elétrica ou saneamento básico, no centro e arredores de Luanda. O índice de mortalidade infantil é enorme. Um estudo do Fundo das Nações Unidas feito em meados de 2015 aponta que de cada seis crianças, uma morre antes de completar cinco anos de idade, principalmente devido a desnutrição, malária e disenteria. Isso é chocante. Reflete simplesmente a mais alta taxa de mortalidade infantil do mundo.
Além disso, quase não tem médicos em Angola”, concluiu João Alberto.

Os interessados em contribuir para a realização da viagem de João Alberto ao continente africano podem fazê-lo através de depósito bancário: Agência: 1602 – Conta Corrente: 422-7 Bradesco CPF: 12053251662 em nome de João Alberto Anzolin Neto. 

Clique aqui para acessar a Vakinha online.
PicPay: @joao.anzolin
Instagram:  @joaoalbertoanzolin


Fonte: Jornal O Vigilante Online, com a colaboração de Emanuelly Anzolin




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