SAMU de Leopoldina e CISDESTE comemoram quatro anos 

No total, em Leopoldina são 26 profissionais que atuam em diferentes escalas de serviço para prestarem socorro à população em casos de emergência.

Leopoldina - 08/02/2018 - 18:01:07 | Atualizado: 08/02/2018 - 18:49:01

Base Descentralizada do SAMU em Leopoldina.

Base Descentralizada do SAMU em Leopoldina.

Nesta quinta-feira, dia 8 de fevereiro, a Base Descentralizada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) completa 4 anos de atuação em Leopoldina. O serviço foi instalado em 2014 para atender à população da microrregião através de regulação da Central Operativa em Juiz de Fora, onde na mesma data foi implantado o CISDESTE (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Sudeste).

Mantido de forma compartilhada pela União, Estado e municípios, o SAMU é gerenciado pelo CISDESTE, Consórcio responsável por dar suporte infraestrutural a 94 municípios que compõem a macro, além da sede operativa, onde fica a central de regulação.
A Reportagem do Jornal O Vigilante esteve na Central do CISDESTE em Juiz de Fora. (Foto: Arquivo/O Vigilante)

No total, em Leopoldina são 26 profissionais que atuam em diferentes escalas de serviço para prestarem socorro à população em casos de emergência. Desde a implantação, Leopoldina recebeu 5.412 orientações médicas, via telemedicina, além de 7.175 atendimentos via ambulâncias (Unidade de Suporte Avançado e Unidade de Suporte Básico), totalizando 12.587 ocorrências no município.  Na microrregião de Leopoldina, foram 15.112 orientações médicas via telemedicina e 18.293 atendimentos via ambulâncias, totalizando 30.880 ocorrências na microrregião.

Ao Jornal O Vigilante, o Secretário Executivo do CISDESTE, Denys Arantes Carvalho, comentou sobre a Base Descentralizada de Leopoldina: "Trata-se de uma base de grande resolutividade e eficiência, composta por profissionais altamente capacitados e prontos para o atendimento pré-hospitalar", observou o Secretário Executivo, acrescentando que "o CISDESTE cresceu a partir de políticas públicas capazes de trazer excelência no atendimento à Urgência e Emergência. Funcionários e ex-funcionários, prestadores, controle social, secretários de saúde, vereadores, prefeitos, deputados, Governo do Estado, Governo Federal e população fizeram e fazem parte desta evolução. Sem eles, a concepção de salvar vidas não seria possível."

A Reportagem esteve na Central do CISDESTE em Juiz de Fora e obteve a informação de que a região apresenta elementos dificultadores como condições geográficas, distância entre os municípios e vasta malha viária existente. Percorremos a sede do Consórcio em companhia de seu Gerente Administrativo, Rafael Pontes Miranda. Ele explicou que o atendimento é feito após contato com a central pelo numero 192, onde técnicos recebem a ligação na Central de Regulação e, ao identificarem a emergência, imediatamente transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante, orientando o paciente ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras ações, designa uma ambulância de suporte básico de vida com auxiliar de enfermagem e socorrista para o atendimento no local ou, de acordo com a gravidade do caso, envia uma UTI móvel, com médico e enfermeiro. Com poder de autoridade sanitária, o médico regulador comunica a urgência ou emergência aos hospitais públicos e, dessa maneira, reserva leitos para que o atendimento de urgência tenha continuidade. Através do consórcio, viabiliza-se a locomoção do paciente ao hospital de referência mais próximo. 


 


Fonte: O VIGILANTE ONLINE - Da Redação


Logo O Vigilante
Jornal O VIGILANTE ONLINE | HC&P - Copyright © 2009-2017 | Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização
Criado e Desenvolvido por Criado e Desenvolvido por HPMAIS