Família do Bandeirantes cobra da Prefeitura solução para imóvel danificado durante obras de canalização

Por José Augusto Cabral | Ronda Vigilante - 21/02/2019 - 21:17 | Atualizado: 21/02/2019 - 22:12

Rachaduras na área externa da casa, que também teve o muro e a cerca destruídos durante execução da obra, preocupam a família.






No Jardim dos Bandeirantes, em Leopoldina, uma família está preocupada com as condições do imóvel em que reside há 25 anos e que por conta das obras de canalização dos córregos que cortam o bairro, passou apresentar rachaduras em sua área externa, além de terem sido destruídos o muro e a cerca que delimitavam o terreno.  

Segundo a senhora Kátia Aparecida Pinto Marcos, viúva, que juntamente com duas filhas e dois netos moram no número 289 do Beco do Matadouro, os problemas começaram quando a máquina da empresa executava a obra de saneamento para a Prefeitura Municipal naquele trecho do córrego.
 
"No dia que a máquina passou, há mais ou menos seis meses, o muro e a cerca caíram e o piso da frente da casa trincou", contou Dona Kátia, mencionando que por baixo da residência também ficou "oco".  

“As pessoas da empresa que fazia a obra ficaram de reparar os estragos na casa, mas a prefeitura parou tudo, falaram que não tinha dinheiro para pagar a obra”, explicou Dona Kátia, relatando que lhe foi pedido para que desocupasse a parte da frente da casa, para que ela, suas filhas e netos estivessem em segurança. “Depois ficou um jogo de empurra, com a prefeitura falando que quem tinha que fazer o serviço seria a empresa”, registrou. 

A moradora disse que um senhor de Cataguases, que trabalhava nesta obra, estava preocupado com a situação da família. “Ele anotou nossos dados, levou para a Assistência Social da prefeitura e depois, no último mês de dezembro, foi feito esse muro utilizando sacos de areia, o que deu uma melhorada”, comentou. 

Aflita, Dona Kátia demonstrou que está preocupada também porque seus netos, uma criança de um ano e três meses e outra de sete meses, que já engatinha, podem cair da área, uma queda de pelo menos três metros de altura. “São quase dois anos que a gente está nessa peleja”, lamentou. 

A Redação do Jornal O Vigilante Online entrou em contato com a Prefeitura de Leopoldina através de sua Assessoria de Imprensa e aguarda desde a manhã desta quinta-feira (21) o posicionamento do governo municipal sobre a situação.


Fonte: Jornal O Vigilante



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