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Minas registra mais de 81 mil casos de dengue neste ano; sete mortes foram confirmadas

Júlio Cabral | Geral - 02/04/2019 - 08:09 | Atualizado: 02/04/2019 - 08:43

Leopoldina foi considerada em estado de alerta de acordo com o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019.


 Leopoldina se encontra com o índice 2,4. 

O número de casos de dengue registrados em Minas Gerais continua a subir de forma alarmante. Até esta segunda-feira (1º), o Estado quantificou 81.456 casos prováveis em 2019. Somente no mês de março, foram 31.668 notificações, de acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

O Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), determinou Leopoldina na faixa amarela de alerta. De acordo com o balanço apresentado pela SES, Leopoldina se encontra com o índice 2,4. 

Até o momento, foram confirmadas sete mortes por dengue nos municípios de Arcos, Betim e Paracatu, com uma morte cada; além de Uberlândia e Unaí, com dois óbitos em cada cidade. O Estado ainda investiga outros 29 óbitos, aguardando exames laboratoriais. A SES ressalta que os óbitos em questão foram notificados ao longo de 2019 e não são, necessariamente, recentes. No ano passado, foram confirmadas 11 mortes pela doença.

Ainda de acordo com o boletim, no último mês, 111 municípios apresentaram incidência alta ou muito alta de dengue. As cidades onde a preocupação é maior são Felixlândia (um caso a cada 2.422 habitantes), Sarzedo (um caso a cada 2.410) e São João Nepomuceno (um caso a cada 2.230).




Em relação à febre chikungunya, Minas Gerais registrou 966 casos prováveis da doença em 2019, sem registro de óbitos suspeitos da doença. Já em relação à zika, houve 319 notificações no Estado em 2019.

De acordo com a SES-MG, um registro maior de casos é esperado para este período (meses quentes e chuvosos) devido à sazonalidade da doença. Dessa forma, o Estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, chikungunya e zika).

O LIRAa/LIA são métodos de amostragem e mapeamento dos índices de infestação por Aedes aegypti e Aedes albopictus. Estes levantamentos permitem a identificação dos criadouros predominantes e a situação de infestação dos municípios que o realizaram. Os índices até 0,9% indicam condições satisfatórias, entre 1% e 3,9%, situação de alerta e índices superiores a 4%, risco de surto.


Fonte: Jornal Hoje em Dia




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